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domingo, 9 de julho de 2017



RELATÓRIO SÍNTESE SOBRE A FINALIZAÇÃO DOS PROJETOS DE APRENDIZAGEM
VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS

Essa proposta de trabalho foi realizada com o primeiro e com o quinto ano. Após as disparedas das questões norteadoras das pesquisas e escolhidas aquelas que fariam parte desse momento do trabalho, saímos em busca do material que iríamos utilizar e as fontes de pesquisa para o trabalho. Foram realizadas pesquisas no laboratório de informática e também em livros. Também foram coletados materiais em casa seja da internet ou de livros e revistas, que pudesse nos ajudar a encontrara as respostas para nossas questões. Conhecemos a diversidade e o modo de vida de muitas famílias em variadas regiões do Brasil e nas zonas rurais , o seu trabalho, seu modo de vida e sua fonte de renda. As diversas festas familiares e regionais, como as folclóricas, por exemplo: O Bumba- meu- boi, que por sinal conta a história de uma família. Das famílias que se sustentam através das exposições de suas artes, como a argilogravura, obtivemos o conhecimento sobre o barro e a secagem das peças. Sobre o autor Monteiro Lobato se percebe que tem o perfil do regionalismo em suas obras e o Sítio do Picapau Amarelo, além do cenário rural, nos traz as riquezas do imaginário popular, personificadas em suas figuras folclóricas e familiares, o que ajudou os alunos a elaborarem conceitos para seus esquemas e resumos facilitando sua compreensão sobre as famílias e suas diversas configurações. Para o primeiro ano, ainda estamos em andamento com o projeto de aprendizagem, buscando as respostas para nossas questões sobre o nascimento e crescimento das plantinhas. Sobre o bolo já compreenderam na prática o que o faz crescer e a sua matéria- prima (fizeram em sala de aula o bolo da Tia Nastácia) construindo a receita através de desenhos e aprenderam uma unidade de medida: a lata. Na horta que plantaram estão observando diariamente o crescimento das plantinhas que semearam e das mudinhas que plantaram. Eles aprenderam sobre os cuidados com as plantas e todos os dias um grupinho é selecionado para regar, tirar as plantinhas invasoras e verificar se tem bichinhos atacando, fazendo assim saídas de campo, com seus caderninhos para fazer suas “anotações” sobre o que é observado. Há muitos conceitos hoje sobre esse processo, porém para Hernández, (1998 )

Esse processo é o que, com nomes diferentes, preocupa, na atualidade, àqueles que consideram que se deva repensar e reinventar a escola se quisermos oferecer possibilidades de construção da própria identidade como sujeitos históricos e como cidadãos ( e não só de aprender “ conteúdos” ) àqueles que acedem a ela. Uma construção que tem presente as relações que os indivíduos estabelecem com as diferentes experiências culturais e , em especial, com os conhecimentos que podem ter relevância para eles e elas, numa época em mudança, como a que estamos vivendo. Sem esquecer que a Escola, se reinventada,  pode favorecer que as pessoas que sofrem diferentes formas de exclusão e discriminação encontrem um “ lugar” a partir do qual possam escrever sua própria história.( Hernàndez, 1998,p.16)



REFERÊNCIAS:

HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e Mudança na Educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre: ARTMED, 1998.

domingo, 28 de maio de 2017

Mapa conceitual do Afeto - Projeto Conviver


O mapa conceitual dos afetos, em documento do word, pois não consegui converter em imagem.

Fig 1. O coração simboliza o afeto, que dá origem aos tópicos.



Fig. 2. O afeto se manifesta em atitudes e comportamento.

Embasamento teórico - Projeto CONVIVER


1-    O afeto segundo Piaget:

     “As crianças dos 2 aos 12 anos sofrem várias modificações no que diz respeito aos seus domínios de afetividade em conformidade com o desenvolvimento de sua cognição, ou seja, os valores os sentimento pessoais e interpessoais e as brincadeiras.
Por sua vez, até os 2 anos aproximadamente, todas as emoções e sentimentos do bebê são gerados em seu contato com a mãe e centrados no corpo da criança, e assim a medida que o corpo infantil se separa do corpo das outras pessoas a vida afetiva do bebê vai se descentralizando e se transferindo para os outros.
Portanto, o sentimento amor-afetividade construído primeiramente entre mãe e filho vai se generalizando aos outros, como ao pai, ao irmão e aos companheiros, havendo assim uma modificação ou acomodação aos fatos e situações passadas carregadas de emoções.”
Referências:
 FARIA, Anália Rodrigues. O desenvolvimento da criança e do adolescente segundo Piaget. São Paulo: Ática, 1998.

2 - Afetividade, emoções e convivência segundo Wallon:
















3 - Assuntos relacionados:

Alexitimia é a incapacidade ou inabilidade de identificar e descrever as emoções. É como uma “cegueira emocional”. (SOUZA, Felipe)

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Projeto CONVIVER - Analisando questionamentos/parte 1



     Sobre alguns questionamentos que ficaram em aberto nas minhas postagens do blog, dentro do Projeto CONVIVER.

- Como se relaciona a proposta do PA com o projeto CONVIVER?

      Na verdade eu poderia ter escolhido um projeto menor, mais curto, como a maioria fez. Mas no momento que iniciamos a interdisciplina, entendi como para fazer um projeto de turma, e como trabalho com crianças de berçário 2, costumo fazer um projeto amplo que se estende pelo ano letivo, com vários outros, pequenos, feitos paralelamente, geralmente focando as datas comemorativas.
     Obviamente, quando pensei no projeto CONVIVER, partiu de uma premissa, a da necessidade de afeto que percebo nas crianças pequenas que frequentam a escola, como coloquei na justificativa. Não pude, devido a idade, indagar as crianças, por isso conversei com as demais professoras da minha escola sobre possibilidades  de temas de projeto, que realmente contemplassem a necessidade das crianças.
     Ano passado trabalhei sobre descobertas que as crianças realizam, intitulada: “Tudo sobre mim: possibilidades e descobertas”. Mas como vejo a carência afetiva muito intensa em algumas crianças, gostei e tomei para mim este tema. Da mesma forma, vejo atitudes agressivas em algumas crianças, mais um motivo para enfatizar o afeto e, por conseguinte, a boa convivência.

- Experiências com as famílias

     Não havia planejado para agora nenhuma experiência envolvendo a família, pois teremos no início de julho um momento de integração com a comunidade escolar, com venda de cachorro quente, e em outubro teremos o Dia da família, este sim, com atividades envolvendo os pais, como brincadeiras, oficinas, etc. Mas, pensando melhor, com a aproximação do Dia do meio ambiente, posso incluir alguma atividade envolvendo as famílias, como plantio de chás, árvores nativas ou mesmo uma simples muda de flor. Podemos plantar e cuidar da planta, não só com água, mas carinhosamente, e levar para casa, acompanhando e registrando o crescimento.
     Outra ideia seria escolher um bichinho de pano e ele ser cuidado pela família por 2 ou  3 dias, e estes fazerem registros escritos e fotográficos sobre sua estada na casa, questionando que sentimentos ele despertou enquanto passeava pela sua casa. A dúvida, agora é: "é  pertinente ou muito simples, talvez?"

-Bases teóricas

     Procurei, inicialmente, na internet, respostas que contemplassem minhas dúvidas e confirmassem certezas. Na verdade, fui atrás de textos complementares alusivos aos tópicos, mas sem um aprofundamento maior, como dissestes. Vou, como próximo passo, pesquisar um pouco mais sobre a psicologia dos afetos e relações interpessoais, com a infância como base, com autores renomados com conhecimento comprovado.
     Em breve (esta semana ainda), postarei a complementação das atividades, com embasamento teórico qualificado, analisando os mesmos e fazendo a relação com o PA, da mesma forma que irei fazer o mapa conceitual. 



                 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Iniciando...

   Iniciei ontem, dia 02 de maio, o Projeto CONVIVER com minha turma de Berçário 2.
 Em plena época de Dia das mães, tenho que mesclar o projeto com o tema comemorativo - a propósito, sempre que se evoca a palavra MÃE, despertamos sentimentos de afeto e carinho, seja por parte das crianças ou de adultos. A mãe é a primeira pessoa na vida das crianças, quem alimenta, dá colo e abrigo, proteção, amor e fomenta inúmeros sentimentos positivos.
   A primeira atividade, ontem, dentro do Projeto Conviver foi uma roda de canções, onde cantamos "Como vai coleguinha?", inicialmente na versão normal, depois nomeando cada uma e apertando a mão da criança (cumprimentando), e na terceira versão, fazendo sinal de "legal" com o polegar, ao perguntar o "Como vai?" A ideia foi promover a integração, percebendo o outro, dando e recebendo atenção.
   As canções sempre são propícias para qualquer tema que se queira trabalhar, pois são um grande aprendizado em termos de memória, expressão oral, aumento do vocabulário e coordenação, pois geralmente são gesticuladas, explorando as diferentes formas de comunicação.
   Hoje trabalhamos um pouco a questão das mães de cada criança, questionando o nome de cada uma, com perguntas como: "Quem é a Renata?" Imediatamente a menina Ísis ergueu os olhos sinalizando "mãe", daí expliquei que Renata é a mamãe da Ísis. E assim com todas as crianças. A ideia do Projeto Conviver é também possibilitar a criança a perceber seus afetos, quem é importante em sua vida.
  Para os próximos passos, pretendo trabalhar manifestações de afeto, fazendo uso da coleção Beijinhos (Editora Ciranda Cultural), que traz histórias com temas como carinho, relações familiares  e de amizade. Gosto muito de usar os momentos da rotina para colocar em prática os propósitos que elenco para os projetos. Ou seja, para uma canção ser cantada, por exemplo, não há necessidade de um momento específico, pois pode ser no refeitório enquanto aguardamos o leite ou o almoço.
   Ao voltar do parquinho, hoje pela manhã, estavam com os calçados cheios de  areia e iria sujar a escola. Fomos ao gramado, ao lado, e brinquei de "Palma-palma-palma", com o intuito de que sacudissem os pés, na parte que diz: "pé, pé, pé, dá uma roodadinha e diz quem é?
   Penso que trabalhar ludicamente com as crianças tão pequenas idade é a melhor forma de chamar suas atenções e fazê-los curtir essa fase tão importante. Na próxima postagem vou falar sobre minhas dúvidas e certezas. Até mais.

sábado, 29 de abril de 2017

Aprender Juntos

Postado por Olgair Borges

Projeto de Estudos:

Leitura e Escrita

Justificativa: Nos  primeiros anos de vida escolar  um mundo de conhecimento e experiências se abre definitivamente para aquele que é curioso e tem sede de aprender. Por isso a escola se torna um espaço de convivência e troca de saberes.

Objetivo Geral: Alfabetização pois alfabetizar tem sido um desafio. É um questionamento constante.

Objetivo Específico: A criança adquirir esse saber. Ter em mente que cada aluno é uma pessoa única.

Metodologia:  Leitura e Caligrafia

Recurso:
Papel pardo
lápis
Atividade em Xerox
Jogos com a escrita
Exposição do alfabeto na sala
 

Este projeto tem por objetivo  a descoberta

O encanto  pela  escrita e tudo que promove.
A possível resposta dos porquês.
Quem nasceu primeiro ovo ou a galinha por  quê?
Por que coelho da Pascoa?

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Trenzinho da amizade

     Piuííí, o trenzinho da amizade chegou! 
     Esta é a adorável turminha que vai estar participando do Projeto Conviver.


Os maiores já completaram dois anos

O trem pode aumentar no decorrer do ano, ou podem haver modificações.
A menina Natália frequenta somente o turno da tarde, não participando diretamente do Projeto.



Projeto CONVIVER

Professora: Cláudia Kerber
Público alvo: Berçário 2B (em torno de dois anos de idade)
Escola: EMEI Estrelinhas do Recanto – São Vendelino
Período de execução: maio a novembro de 2017, atuando em quatro manhãs semanais.



   CONVIVER

Justificativa: Em vistas da necessidade de carinho e afeto que todos nós precisamos para ter uma vida emocionalmente saudável, bem como pensando em uma convivência diária de gentilezas, respeito e harmonia, fomentando valores essenciais da vida humana, surgiu a ideia de enfatizar estes aspectos em projeto de trabalho com a turma.

Objetivo geral: Promover a convivência amorosa e respeitosa entre os colegas da turma e no âmbito geral das relações, baseando-se nos valores fundamentais da vida humana, na gentileza e na manifestação dos afetos, percebendo os limites e qualidades de cada um.

Objetivos específicos:
-Desenvolver as capacidades físicas e motoras das crianças.
-Desenvolver a motricidade ampla e fina.
- Ampliar o vocabulário, manter conversação e articular corretamente as palavras.
- Acompanhar o pensamento lógico e a sequência dos fatos em histórias.
- Realizar leitura visual e sonora.
- Memorizar canções, gesticulando coordenadamente.
- Expressar-se gestual e oralmente com facilidade.
- Explorar os ambientes da escola, materiais e objetos diversos, percebendo suas características e possibilidades.
- Identificar os colegas pelo nome e por imagem.
- Reconhecer sua imagem no espelho e em fotografia.
- Perceber e valorizar o colega como amigo e parceiro.
- Valorizar e identificar as qualidades próprias e dos colegas, fortalecendo a autoestima.
- Compartilhar brinquedos, materiais e objetos diversos.
- Praticar a gentileza nas ações cotidianas.
- Perceber os próprios limites em suas ações, respeitando os colegas.
- Manter convivência amorosa, fazendo uso de ações cordiais.
- Expressar e identificar as emoções.
- Assimilar e compreender palavras de boa educação/boas maneiras.
- Expressar de forma artística suas emoções.
- Manter contato físico com os demais.
- Participar de brincadeiras corporais e em grupo.

Metodologia:
- Brincadeiras corporais e em grupo.
- atividades em pares e em roda.
- momentos especiais que envolvem contato físico e outras manifestações de carinho.
- produzir atividades de desenho, pintura, rasgadura e modelagem.
- cantar e gesticular canções diversas.
- ouvir histórias lidas e contadas.
- presentar e homenagear pessoas queridas.
- conversar (manter atenção e interagir)
- brincar compartilhando brinquedos.
- fazer uso de “palavras mágicas” de boas maneiras.
- visualizar sua imagem em fotos e no espelho.
- visualizar fotografia dos colegas.
- manipular objetos diversos e materiais de sucata.
- explorar o pátio externo e as dependências da escola nos diferentes momentos do dia.
- participar de passeios no entorno da escola.
- usufruir dos momentos de rotina como fonte de aprendizagens.

Recursos:
- papéis variados, tinta têmpera, giz de cera, giz seco, rolo de pintura, esponja, conta gotas, massa de modelar, papel crepon, EVA, TNT, móbiles.
- CDs e DVDs.
- livros infantis, revistas e livros escolares em desuso.
- escorregador, motocas, cavalinhos, parquinho de areia, brinquedos diversos, garrafas pet, bolha de sabão, caixas de papelão, casa de teatro, fantoches, dedoches, máscaras, blocos de construção, bambolês.
- lençóis e fotografias.

Avaliação:
O projeto será considerado satisfatóriose as crianças assimilarem noções de respeito, educação e convivência amorosa e praticarem nas dia a dia estas pequenas grandes lições de amizade e coleguismo.




Análise de turma - Olgair


 Postagem da Olgair Borges:

     Então meninas  mas um desafio nos foi lançado, colocar nossa crianças a aprender de um jeito que elas gostem, e  que melhor compreendam nossas proposta  de aprendizagem .Bom  minha turma são crianças extraclasse, alguns iniciaram agora o ano letivo outros estão na segunda serie. então minha proposta e trabalhar com eles será alfabetização com temas  comemorativos pois tenho um menino o Leonardo que tem paralisia cerebral se quer reconhece as letras do seu nome, Eduarda com grande dificuldade na leitura está no terceiro ano, além de Murilo que está na primeira serie que nem o alfabeto reconhece, portanto começarei do zero com Leonardo e assim penso em alfabetizar os demais   porque  é algo que nos da prazer contribuir para  formar cidadãos capazes de responder por eles portanto é dada a  partida e  bom trabalho á todas.

domingo, 16 de abril de 2017

Apresentação


   Neste espaço virtual iremos, durante o semestre - eixo V do Pead, compartilhar ideias, sugestões, questionamentos, dúvidas, bem como faremos uso deste para a elaboração individual dos projetos de todas as participantes do grupo, co-autoras deste blog. 

Autoras: Andreia da Silva, Alessandra Nova, Cláudia Kerber, Carla Freitas, Débora Terezinha e Olgair Borges.
Disciplina: Projeto Pedagógico em ação.