sábado, 10 de junho de 2017

Síntese Andréia

Síntese dos grupos , visão de Andréia
Ao ler e comparar nossos PAs , concordo  com a afirmação  da Alessandra em sua síntese.
Somos um grupo com cinco integrantes e cada uma com sua realidade de sala de aula bem diferente.Trabalhar em grupos com nossos alunos em sala de aula já é uma atividade que causa bastante movimento ,agitação e trocas,tornando-o um trabalho difícil de ser feito.Imaginem  agora um trabalho em grupo EAD com pessoas de localidades diferentes e realidades também distintas,umas em sala de aula com Educação Infantil,outras com CAT,outras com Área ou fora de sala de aula.Nós tivemos entendimentos diferentes sobre a elaboração e execução da nossa atividade,esbarramos em alguns problemas pontuais .Mas como a Alessandra muito bem explanou em sua síntese ,nosso “ panos de fundo” por assim dizer foi a literatura infantil interligada com questões familiares:respeito,proteção,cuidado,zelo....Visto que a Escola em que Débora e eu trabalhamos possuí um Projeto de Ensino que contempla essa temática para esse período do ano.Nós conseguimos unir os PAs com PE,fazendo as respectivas adequações neste caminho.
As certezas e dúvidas estavam relacionadas as narrativas das histórias trabalhadas ,associadas a realidade das crianças .A Claúdia apesar de ter uma turminha de educação infantil conseguiu fazer um ótimo trabalho com os pequenos,sua compreensão sobre o desenvolvimento da atividade foi mais focado e bem trabalhado.A Olgair também fez um link com “Meio Ambiente” que é um tema bastante amplo e com muitas abordagens.A Carla por sua vez ,por trabalhar em um universo diferenciado do nosso com os pequenos ,conseguiu ter maior flexibilidade e retorno com os alunos do 7º ano.Cada uma conseguiu fazer de acordo com a realidade da turma e da escola que trabalha.
O mapa conceitual foi realizado de uma forma bem simples sem muito recurso.Fizemos no quadro com balões resignificando o que foi importante no aprendizado.
Posso concluir que foi um trabalho o qual demorei para entender e colocar em prática,estava bastante perdida,mas depois consegui transformar e amadurecer o olhar  como docente e discente.Com a aplicação do Projeto de Aprendizagens com os meus alunos pude perceber o quão importante é para os pequenos trabalhar com esse tipo de proposta,quais os reais anseios deles, o que gostariam de aprender e o por que de aprender.Que partindo das dúvidas e certezas deles o aprendizado flui com mais interesse e curiosidade,que as crianças elencam coisas que nem se quer sonhamos.O universo infantil é muito vasto ,o imaginário também.

O único empecilho para que haja um melhor trabalho são a falta de recursos pelas quais as escolas estão passando,sem laboratório de pesquisas, sem internet,sem MUC,sem saídas a campo que dificultam uma melhor exploração de alguns assuntos.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Síntese dos grupos de trabalhos dentro da minha perspectiva

Síntese dos grupos de trabalhos dentro da minha perspectiva

            Trabalhar em grupo não é fácil principalmente quando se está à distância e há tantas diferenças de realidades de cada professora. Nosso grupo é muito heterogêneo no que se refere ao nosso público que vai desde a educação infantil até às séries finais do ensino fundamental.
            Nossa caminhada saiu em rumos diferentes e percebi que os projetos da colega Cláudia e Carla foram os que conseguiram realizar um PA com as turmas.
O da Cláudia mesmo com os pequenininhos, houve toda as etapas dos projetos. Achei fantástico o fato de se pensar e realizar uma atividade tão complexa como esta. O universo da educação infantil me parece mais livre do que do ensino fundamental. Não há regras rígidas a serem seguidas e qualquer atividade que desenvolva o pensamento e a ação dos pequenos irá refletir nos demais anos. E o Projeto Conviver foi muito rico ao trazer questões tão pertinentes sobre família e a abertura de “novos” espaços do universo infantil. Com viver: viver com... com amigos, família, escola, vizinhos, etc.
O da Carla trouxe uma “liberdade” maior para que os alunos pensassem sobre o que querem saber. Acredito que esse seja o ideal com alunos dos 7ºanos. Não conheço muito a realidade da colega no que diz respeito se a aplicabilidade foi com todas as turmas para as quais trabalha, mas com certeza fazer com que os alunos partam em busca daquilo que eles têm a necessidade de saber, torna a aprendizagem muito mais significativa.
Já os projetos da Olgair, da Débora, da Andréia e o meu estão mais voltados dentro da ideia de “tema gerador” proposto pela escola na qual trabalhamos. Tanto o meu como os da Andréia e da Débora trazem como “pano de fundo” o universo da literatura infantil. Nesse sentido, vejo que as dúvidas e certezas giram principalmente em torno do enredo(s) que apresentam determinadas histórias.
Da Olgair, também considero um tema gerador como foco principal tendo em vista a proximidade com a data que se comemora o “Meio Ambiente”. Com certeza esse é um tema de extrema importância em qualquer fase de estudos dos nossos alunos e não deveria ser colocado de lado em nenhum momento. Pode-se fazer um projeto grande de escola que deva servir principalmente para a conscientização efetiva das crianças e adolescentes bem como dos adultos.
O que posso concluir desses projetos é que há uma mudança no nosso olhar enquanto professoras. Que precisamos fazer com que nossos alunos almejem o tão esperado sucesso escolar. Acredito muito na proposta de Projeto de Aprendizagem e no quanto isso faria diferença na vida dos alunos. Porém, eu ainda fico “presa” a um conteúdo pré-definido a ser ensinado. Meus alunos são em sua maioria carentes, a escola até possui laboratório de informática, mas com máquinas defasadas, internet que mal funciona e na maioria das vezes ela é usada como “tapa-buraco” para a enorme falta de professores.
Acredito que um PA ideal deveria envolver a escola como um todo, principalmente no que se refere a outras áreas do conhecimento. Tem que fazer sentido, fazer a diferença.
Alessandra Maria Boa Nova

terça-feira, 6 de junho de 2017

Continuação

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Ø    06 de maio de 201

           Turno da manhã: turma do 1º ao 2º Ano

            Leitura e conversa sobre o livro “O anel da Tartaruga” (Figura 2) de César Obeid, que aborda a poluição das águas pelo homem. As crianças foram lendo o livro, cada um leu um pouquinho e fui fazendo pausas, confirmando se estavam entendo a história e explicando as passagens que eles não compreendiam. As crianças apresentaram curiosidade e ansiedade para saber o que aconteceria na história, foi preciso intervir e pedir que aguardassem, pois em breve as dúvidas seriam explicadas ao longo da história. Nos últimos minutos, como percebi que já estavam cansados da atividade de leitura, deixei jogarem novamente os jogos on-line (quebra-cabeça com figuras relacionadas à reciclagem).

Certezas                                                                        Dúvidas

O anel não era nada                                                  Se o anel de Juliana                              
Daquilo que Juliana                                                   Especial por que ela não
 Pensava.                                                                  Não conseguia desovar?
Salmão Fez uma descoberta.                                    Será que Juliana era

 Atitude de Juliana.                                                    Estéril?
 Juliana tinha e verdade amigos                               Será Juliana iria alcançar

                                                                                 Seus objetivos?



 
Mapa Conceitual

                                     Fio Condutor
                                                                             
Definição                                                             Objetivos
 
                                    Metodologia            
 
 
Abrangências                                            Desenvolvimento
                                                 

                                    Recurso


Meta 2: A literatura como instrumento básico para formação de bons leitores

Meta 2: A literatura como instrumento básico para formação de bons leitores

            “... ler é sempre ganhar a palavra. A boa literatura abre as portas, deixando lugar para os leitores expressarem suas emoções diante do mundo.
            O leitor dialoga com o texto. A literatura permite, generosamente, que as nossas dúvidas e conhecimentos venham entremear o texto. “Diante da literatura, todo leitor é também um escritor.”
Bartolomeu Campos de Queirós

Leitura: esse é um desafio das escolas e principalmente de todos os professores que dela fazem parte. Mas não apenas o ensinar a ler e sim formar cidadãos leitores, daqueles que pensam sobre o que leem, que são críticos, mas fundamentalmente, que acreditam no prazer que ela proporciona. O grande questionamento ao me tornar professora de português era: como fazer os alunos gostarem de ler? No entanto não bastava apenas procurar respostas na pergunta e sim tentar entender o porquê isso acontece, afinal, a escola ensina a ler e a escrever e mesmo assim muitos saem do ensino fundamental dizendo não gostarem de ler. Tentando achar um caminho para que essa prática de leitura prazerosa também ocorra na escola, fiz um artigo no Curso de Especialização em Literatura Brasileira, que retratava sobre esse assunto: trazer a literatura infantil ou juvenil para dentro da sala de aula como prática de aprendizagem de língua portuguesa. E como acredito muito nessa prática resolvi me aventurar mais uma vez.
Foi pensando nisso e por sempre apostar que literatura é “o caminho”, nesse ano iniciei o processo um pouco mais cedo, trazendo para eles a literatura infantil. Por se tratar de textos curtos e com muitas imagens, eles gostariam de embarcar “nessa viagem”.
Meus alunos desse ano (cinco turmas de 6ºanos) carecem dessa prática tão fundamental para qualquer aprendizagem. Eles possuem uma defasagem nas habilidades de leitura que faz eu questionar a todo tempo: em momento esse encanto se perdeu? Porque com certeza quando eles iniciam no processo de alfabetização, há um encantamento que faz com que eles amem ler. No entanto quando chegam às séries finais, isso se perdeu quase que totalmente.
Meus medos e anseios principais foram: eles acharão muito infantil ou não ficarem em silêncio respeitando o tempo de cada um. Ou ainda se negando a realizar a atividade. Para a minha feliz surpresa, foi tudo tão tranquilo e tão gratificante porque em nenhuma das cinco turmas houve a justificativa dos meus medos. Eles se envolverão de tal forma que em todas as etapas propostas foram facilmente realizadas. Desde a leitura silenciosa (disse que deveriam ser feitas pelo menos três vezes), passando pelo registro escrito das informações de compreensão e interpretação da história até chegar ao ápice que seria a apresentação dos colegas.
É óbvio que nem tudo foram “flores”. Interferências constantes de pedido de silêncio enquanto algum colega se apresentava, pausas para fazer algum comentário, etc. Mas ninguém rio ou debochou de algum colega. Eles sim, fizeram algumas críticas, principalmente por algum colega ter feito uma leitura muito baixa no momento da apresentação ou pela história ser um pouco longa.
Mais interessante ainda quando havia uma boa “contação” da história. Eles ficavam vidrados e interagiam na história. Houve, com certeza um grande aproveitamento e pretendo continuar nessa caminhada.

Alessandra Maria Boa Nova

sábado, 3 de junho de 2017

Projeto Conviver: atividades desenvolvidas


     Durante estas duas últimas semanas (segunda quinzena de maio) trabalhei, dentro do Projeto Conviver, brincadeiras corporais, canções afetuosas e realizamos passeio no entorno da Escola para observarmos animais domésticos e conversar com outras pessoas. 
     A pergunta talvez seja: "O que os passeios tem a ver com afeto e convivência?" As relações humanas são diversas e crianças de dois anos começam a perceber o mundo maior que os limites do círculo familiar e o portão da escola. No passeio encontram idosos, adultos, crianças e muitos vem ao encontro conversar. Do mesmo modo, em muitas casas há pequenos animais, como passarinhos, galinhas, gatos e cachorros, fonte e objeto de manifestações de carinho.
   Denomino brincadeiras corporais aquelas em que há contato físico, seja aluno/aluno ou aluno/professor. Exemplos: Brincadeiras de escorregar nas pernas da professora, girar "pra lá e pra cá" (segurando pelas mãos), o "Passa passará", o "Barquinho", entre outras tantas.
     Gosto de trabalhar com canções, como o "Peixe vivo", que finaliza com: "Como poderei viver (2x)... sem a tua, sem a tua companhia (apontando para cada um), até todos serem nomeados e, assim, se sentirem incluídos e valorizados.


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Projeto de Estudo: Mapa Conceitual


Projeto de Estudo: dúvidas e certezas

PROJETO DE ESTUDO: certezas e dúvidas

            Pela dificuldade de tempo e de metas a serem cumpridas, resolvi fazer um Projeto de Estudo sendo que as dúvidas e as certezas cabem mais a mim serem observadas e analisadas do que aos meus alunos.
            Como qualquer atividade que fuja do normal de sala de aula, gera um certo desconforto porque existem atividades nas quais eles gostam muito, mas geram expectativas e barulhos diferentes do normal. Cabe a nós professores também ensiná-los para atividades novas.
           


CERTEZAS

DÚVIDAS
* trazer a literatura para dentro da sala de aula é fundamental;
* a melhor oportunidade de leitura que se pode proporcionar;
* livros adequados para a maturidade leitora deles.
* eles se manterão quietos para realizar a leitura;
* eles gostarão das histórias ainda que voltadas para o público infantil;
* irão querer fazer uma apresentação oral para os colegas;




Alessandra Maria Boa Nova